O cronômetro para o acerto de contas com o Leão começou a girar. A Receita Federal publicou a Instrução Normativa nº 2.312/2026, estabelecendo as regras para o Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025). Para o médico, que frequentemente lida com múltiplos vínculos, recebimentos de convênios e despesas dedutíveis, a atenção precisa ser redobrada desde já.
Menos tempo para organizar sua vida fiscal
Diferente de anos anteriores, o prazo em 2026 exige agilidade. As transmissões começam em 23 de março e se encerram no dia 29 de maio. Deixar para a última hora é o caminho mais curto para erros na DMED ou omissão de rendimentos de plantões, o que leva direto para a malha fina.
Quem é obrigado a declarar em 2026?
Com a atualização das faixas, você deve declarar se em 2025:
- Recebeu rendimentos tributáveis (salários, pró-labore, plantões) acima de R$ 35.584,00;
- Recebeu rendimentos isentos (lucros e dividendos da sua clínica) acima de R$ 200.000,00;
- Realizou operações em bolsas de valores acima de R$ 40.000,00 ou teve lucro sujeito à tributação;
- Teve a posse de bens ou direitos (imóveis, veículos, investimentos) com valor total superior a R$ 800.000,00 em 31/12/2025.
O risco da multa por atraso
A negligência com o prazo custa caro. A multa mínima é de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Para um médico com alta base tributável, esse valor pode representar uma perda financeira significativa.
Desconto Simplificado vs. Deduções Legais: Qual escolher?
A nova regra limita o desconto simplificado a R$ 16.754,34 (20% dos rendimentos). Para médicos que possuem despesas elevadas com educação, dependentes e, principalmente, Livro-Caixa (para quem atua como autônomo), a declaração completa costuma ser muito mais vantajosa. O planejamento tributário aqui é essencial para não pagar imposto a mais.
Pagamento e Parcelamento
Se o resultado da sua declaração for imposto a pagar, a Receita permite o parcelamento em até 8 quotas, desde que a parcela mínima seja de R$ 50,00. É uma forma de aliviar o fluxo de caixa do seu consultório.
O IRPF 2026 não permite amadorismo. A complexidade da vida financeira médica exige uma contabilidade especializada para garantir que cada dedução seja aproveitada e que nenhum centavo seja pago indevidamente.
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